Para quem não acompanhou, o presidente eleito, como cabeça de chapa, Augusto Melo, sofreu um processo de impeachment, tendo sido afastado pelo conselho deliberativo do clube, no dia 26 de maio. E no seu lugar assumiu Osmar Stábile. Agora, com a mudança no conselho deliberativo, com o presente Tuma Júnior sendo afastado por uma decisão do conselho de ética, quem assumiu foi Maria Angela Ocampo, que anulou a reunião que aprovou o impeachment por ocupar a presidência interina do conselho deliberativo em razão do afastamento cautelar de Romeu Tuma Júnior – que foi aprovado pela Comissão de Ética do clube em abril.
Essa confusão toda pode afetar o futebol feminino, por isso aqui tratamos do tema, já que o departamento feminino é integrante do clube.
Essa semana, onde têm de ser pagos os salários e demais despesas ordinárias, e o clube precisa ter um presidente para liberar esses pagamentos. Pois, via de regra, o diretor financeiro só pode pagar o que e o quanto o presidente autorizar, e agindo em conjunto.
Outro problema é o relativo à gestão do departamento em si, vai ser mantida a direção, será trocada a diretoria do departamento? Estão autorizados os pré-contratos para novos atletas? Início de renovação de contratos para os que chegam ao final em dezembro? Serão pagas as premiações pelas conquistas do ano passado, que já foram parcelas e estavam em atraso em maio?
A ausência de um presidente, já que ambos estão hoje, 01 de junho, brigando para saber quem é o presidente, traz muitas consequências práticas para o departamento de futebol.
Um clube não pode ficar sem um presidente, seja um bom gestor ou não, se faz necessário ter alguém ocupando a cadeira.