quarta-feira, 13 de maio de 2026
Após dois meses de alta, volume de vendas na Paraíba se manteve estável em março
13/05/2026 14:09
Ascom/IBGE Ascom/IBGE

O volume de vendas do comércio varejista paraibano apresentou estabilidade em março de 2026, com variação nula frente a fevereiro, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (13), pelo IBGE. Esse comportamento do indicador estadual, que interrompe uma sequência de dois avanços consecutivos, em janeiro (1,2%) e fevereiro (2,6%), divergiu do verificado na média nacional, cuja variação foi positiva (0,5%).  

Por outro lado, no acumulado dos últimos 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, a pesquisa aponta que, entre todas as unidades da federação, a Paraíba apresentou o sétimo melhor resultado, com um crescimento de 4,7%. Na região Nordeste, apenas os estados do Rio Grande do Norte (6,2%) e Pernambuco (4,9%) obtiveram altas maiores. Na média nacional, a variação foi bem menor (1,8%), mas igualmente positiva. 

Já a variação acumulada no ano do volume de vendas do varejo paraibano, em relação ao mesmo período de 2024, chegou a 3,6%, acima da constatada no cenário nacional, que foi de 2,4%. A alta do indicador estadual foi a 13ª mais elevada do Brasil, mas a 4ª menor do Nordeste, onde Maranhão (2,8%), Alagoas (1,8%) e Piauí (-0,8%) ficaram com os piores resultados.

Na comparação com o resultado de março de 2025, o volume de vendas do varejo estadual apresentou, em março de 2026, avanço de 5,1%, acima da média do Brasil (4%), mas o terceiro pior resultado do Nordeste, onde ficou à frente apenas dos estados de Alagoas (3,8%) e do Piauí (2,3%). Pernambuco (14,2%), Rio Grande do Norte (9,4%) e Maranhão (6,9%) obtiveram os melhores resultados da região.

Quanto à receita nominal de vendas do setor paraibano, em março de 2026 houve avanços em todos os comparativos, sendo de 1,1% frente a fevereiro de 2026; de 7,8% face a março de 2025; de 5,5% no acumulado do ano; e de 7,2% no acumulado dos últimos 12 meses.  

Varejo ampliado

Em março de 2026, no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e as de atacado especializado em alimentos, bebidas e fumo, todos os indicadores estaduais ficaram no campo positivo.

Frente a fevereiro, houve avanço tanto no volume de vendas (0,6%) como na receita nominal de vendas (0,7%), ambos superiores às médias nacionais, que foram de 0,3% e 0,4%, respectivamente.

Em relação a março de 2025, as altas foram de 7,2%, no volume, e de 9,8%, na receita, resultados esses melhores que os observados no cenário brasileiro, onde as variações foram de 6,5% no volume de vendas e de 7,9% na receita nominal.

Já no acumulado deste ano, de janeiro até março, em relação ao mesmo período de 2025, foram registrados aumentos de 2,9%, no volume, e de 4,8%, na receita, ambos os índices ficando igualmente acima das médias brasileiras, que foram, respectivamente, de 1,9% e 3,1%.

Por sua vez, as variações acumuladas nos últimos 12 meses, em relação ao mesmo período do ano anterior, foram de 3,5 e 6,2%, no estado, enquanto na média nacional foram constatados resultados bem inferiores, de 0,2% e 3,3%, respectivamente.

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