
O Pix, uma das maiores inovações financeiras do Brasil, entrou na mira do governo Trump. Os Estados Unidos questionam o sistema brasileiro, que permite transferências instantâneas e gratuitas para pessoas físicas, reduzindo a dependência das bandeiras internacionais de cartões.
Flávio Bolsonaro apresentou aos americanos propostas de alívio regulatório para empresas de cartões, enquanto Eduardo Bolsonaro chegou a mencionar o Zelle, sistema de pagamentos dos EUA, como alternativa semelhante ao Pix.
Não há prova de que Trump tenha ordenado o fim do Pix. Mas a discussão levanta uma pergunta inevitável: até onde podem ir as concessões aos interesses americanos?
O Pix é patrimônio tecnológico brasileiro. Seu futuro deve ser decidido pelo Brasil, não por Washington.