O segundo turno não decidirá apenas quem ocupará a Presidência. Estão em jogo dois projetos de país. De um lado, a defesa das aposentadorias, pensões, do salário mínimo valorizado, do SUS, da educação pública e dos programas sociais que amparam milhões de brasileiros. Do outro, uma visão que trata direitos sociais como despesas a cortar e entrega ao mercado responsabilidades que pertencem ao Estado.
É preciso lembrar o que acontece quando prevalece a política de redução da proteção social: o trabalhador perde direitos, o aposentado empobrece e os mais pobres ficam ainda mais vulneráveis.
Por isso, a esquerda precisa falar diretamente com quem vive do salário, da aposentadoria, da pensão e dos programas sociais. Mais que uma disputa entre candidatos, o segundo turno decidirá quem pagará a conta nos próximos quatro anos.
