Morreu na noite desta segunda-feira (6) a empresária Odete Roitman, 60 anos, CEO da Transcontinental Airlines (TCA), uma das maiores companhias do setor aéreo. Ela foi encontrada sem vida em seu quarto no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, em circunstâncias que ainda estão sendo investigadas pela polícia.
De acordo com as primeiras informações, a morte teria ocorrido por volta das 22h. Fontes ligadas à investigação afirmam que o corpo foi encontrado por um funcionário do hotel, após hóspedes vizinhos ouvirem um disparo. O local foi isolado imediatamente, e a perícia trabalha com a hipótese de homicídio.
Cinco pessoas aparecem entre os principais suspeitos do crime: a filha da vítima, Heleninha Roitman; o atual marido, César Ribeiro, ex-modelo; a irmã, Celina Junqueira; a ex-nora, Maria de Fátima Acioli; e o braço direito de Odete na TCA, o empresário Marco Aurélio Cantanhede. Todos teriam visitado a empresária pouco antes de sua morte.
Fontes próximas à família relataram que Odete vinha acumulando desafetos nos últimos meses, inclusive dentro do próprio círculo íntimo. Arrogante e implacável nos negócios, ela teria feito declarações duras sobre herdeiros e subordinados, alimentando teorias de que o crime possa ter sido motivado por vingança.
As autoridades informaram que os interrogatórios começam já nesta terça-feira (7). O clima é de tensão — ninguém parece estar fora de suspeita.
Ficção e ironia
Antes que alguém ligue para a redação: calma. A morte de Odete Roitman não aconteceu de verdade — trata-se de uma obra de ficção. A cena foi exibida na noite desta segunda-feira na novela “Vale Tudo”, da TV Globo, que ganhou uma nova versão em 2025.
Desta vez, a poderosa Odete é interpretada por Débora Bloch, que revive o papel eternizado por Beatriz Segall na versão original, de 1988. A icônica morte da empresária continua mobilizando o público e provando que, mesmo décadas depois, o Brasil ainda quer saber: quem matou Odete Roitman?