
Paulo Guedes, o famoso Posto Ipiranga de Bolsonaro, tem ampliado o estoque de serviços. Antes, vendia soluções milagrosas para a economia. Agora, seu nome aparece associado à legitimidade de operações de uma empresa acusada de dar calote.
O posto é completo: abastece de prestígio, calibra reputações e oferece lavagem de imagem, tudo sem precisar sair do carro.
O cliente chega com a credibilidade na reserva e sai com o tanque cheio de respeitabilidade. Se o negócio der errado, o prejuízo fica com terceiros.
Na bomba da política, o combustível é a influência; o óleo, a conveniência; e a gasolina, a confiança alheia.
O frentista pergunta: “Comum ou aditivada?”
O freguês responde: “Pode completar de credibilidade. Quem paga é o povo!
