
O roteiro parece filme policial. Na trama, uma produção cinematográfica serviria de fachada para movimentar milhões de Vorcaro, dono do Banco Master, por meio de um fundo imobiliário nos Estados Unidos, inativo havia cinco anos.
Derrotado nas urnas, Flávio Bolsonaro teria escolhido o exterior como refúgio, deixando para trás processos e investigações. Na bagagem imaginária, R$ 60 milhões atribuídos a Vorcaro e uma fortuna supostamente ligada a Willer Tomaz, seu advogado e sócio, citado em suspeitas envolvendo bets e dinheiro dos aposentados do INSS.
É um enredo de acusações graves, ainda dependentes de comprovação.
Na sátira, o personagem escapa da Justiça, mas não consegue levar tudo: a ilha de Richarlison, o Pombo, ficou no Brasil.
E o filme? Pode acabar em extradição.
