Alexandre Paiva, de Santos (SP), foi diagnosticado com Diabetes Tipo 1 aos 19 anos de idade
Alexandre Paiva (@atletacomdiabetes) é triatleta e maratonista. Hoje, ele treina para ser o corredor com diabetes mais rápido a terminar uma maratona. Ele tinha 19 anos quando foi diagnosticado com diabetes tipo 1, há 16 anos. Diante dessa nova realidade, o engenheiro de produção de Santos (SP) adotou novos hábitos saudáveis e tornou-se um triatleta amador de alto rendimento, classificando-se para competir no campeonato mundial de Ironman, no Havaí.
O brasileiro também foi o primeiro triatleta – e o segundo no mundo – a completar um Ultraman. Em seu perfil do Instagram, Alexandre compartilha seus treinos para as provas que disputa, além do cuidado com o diabetes. No Brasil, mais de 16 milhões de adultos vivem com diabetes, colocando o país como o sexto com maior incidência global, segundo a International Diabetes Federation. A previsão é que esse número ultrapasse 24 milhões até 2050. Durante anos, o cuidado com o diabetes tinha apenas a opção que envolvia tarefas frequentes e que consumiam tempo e energia, realizadas ao longo do dia para garantir que os níveis de glicemia estivessem dentro de faixas aceitáveis.
A introdução de sensores de monitoramento contínuo de glicose, aplicados ao corpo da pessoa com diabetes, permitiu que ela obtenha leituras precisas de glicose sem a necessidade das rotineiras picadas nos dedos, além de possibilitar um olhar do passado, presente e futuro da glicose para melhorar a tomada de decisão. Hoje, Ale Paiva é usuário de sensor de glicose, o que beneficia seus treinamentos e provas.
Tecnologias como o FreeStyle Libre, da Abbott, têm revolucionado o monitoramento da glicose, oferecendo mais autonomia, conforto e precisão para milhões de pessoas. Durante anos, o cuidado com o diabetes tinha apenas a opção que envolvia tarefas frequentes e que consumiam tempo e energia, realizadas ao longo do dia para garantir que os níveis de glicemia estivessem dentro de faixas aceitáveis. Os sensores contribuem, inclusive, durante as provas de longa duração praticadas por Alexandre e outros atletas com diabetes, a manter os níveis de glicemia dentro dos padrões, e evitar complicações durante as provas.
Como fontes médicas, o endocrinologista da Abbott, Douglas Barbieri, está à disposição para entrevistas sobre como tecnologias ajudam pacientes com diabetes, inclusive corredores antes, durante e depois das provas,
Já Patricia Ruffo, nutricionista pela USP e Gerente Científico da Divisão Nutricional da Abbott, pode falar sobre como a alimentação importa para corredores com diabetes que se preparam para corridas de rua.