Eu terminava o encontro com minha amiga escritora num café da Gávea, ajudando a bonita a guardar o livro e o presente entre pilhas de originais, quando assisti aos vídeos de Juliane entrando numa câmara hiperbárica. Fechei a bolsa e fiquei séria. Tem pauta que não combina com veneno: a mulher achou que avançaria para outra cirurgia e descobriu que precisaria recuar no tratamento.

A jornalista enfrenta complicações após receber uma substância de preenchimento definitivo durante uma rinoplastia. Segundo Juliane, o material comprometeu a circulação e criou dificuldades para a recuperação do tecido.
“Eu tive uma chance de necrose na ponta do nariz, que ficou toda roxa. Meu nariz está aqui, inteiro, mas agora sobrou uma ferida aqui na ponta”, relatou nos Stories do Instagram.
Atualmente, ela é acompanhada por infectologistas, toma antibióticos e realiza sessões numa câmara hiperbárica. O equipamento aumenta a oferta de oxigênio ao organismo e pode ser utilizado como parte do tratamento de feridas complexas e determinadas infecções.
Juliane explicou que a lesão diminuiu, mas ainda não desapareceu. “Esse buraquinho estava do tamanho de uma espinha grande estourada. Agora ele já está menor, a cicatriz deu uma retraída e tudo mais, mas ainda persiste”, contou.