Sim, o futebol feminino brasileiro esteve presente na convocação da Seleção masculina para a Copa do Mundo de 2026, realizada pela CBF. E isso, por si só, já merece registro.
Talvez porque uma convocação, que na prática nada mais é do que a leitura de nomes em uma lista, tenha se transformado em evento, em espetáculo, em produto de mídia. Talvez porque, no ano que vem, o Brasil será sede da Copa do Mundo feminina de 2027. Ou talvez porque, finalmente, a CBF tenha entendido que o futebol feminino precisa ocupar espaços que antes pareciam reservados apenas ao masculino.
O fato é que a Seleção Brasileira feminina apareceu. Teve espaço, teve imagem, teve fala, teve presença. A Seleção Brasileira feminina saiu um pouco do nosso pequeno mundinho, onde tantas vezes discutimos entre nós mesmos, e foi mostrada para o público mais amplo do futebol.
A fala de Arthur Elias sobre Marta e Neymar também ajuda a simbolizar esse momento. Ao tratar os dois como ídolos fora da curva, cada um em seu contexto, ele reforça algo simples: o futebol brasileiro tem gigantes no masculino e no feminino.
A Copa de 2027 ainda nem começou, mas sua visibilidade já produz efeitos. E o futebol feminino brasileiro precisa aproveitar cada um deles