Conheço a Pedra do Ingá desde os anos 1970, quando, com uma turma de jovens amigos e amigas, íamos visitar aquele lugar. Essa terra já pertenceu à família do senhor Vavá da Luz, que hoje administra o ambiente.
O negócio lá está com muitos problemas. A começar pela falta de funcionários, já que ninguém sabe, ao certo, a que órgão pertence o parque.
Na terça-feira, fui lá pra mostrar o ambiente à professora mineira Elaine Magalhães. Ela ficou encantada com o que viu e decepcionada com o abandono do lugar. Vavá da Luz teima em manter o lugar aberto à visitação pública.
Até uma simbólica taxa de 5 reais que era cobrada para a visitação foi proibida pelo Ministério Público. A taxa cobria as despesas com material de limpeza e essas pequenas coisas.
A Pedra do Ingá é um patrimônio histórico de valor inestimável. Sua história é um mistério ainda a ser descoberto. Em “Eram os Deuses Astronautas” o escritor cita as famosas instituições.
Alguém precisa fazer algo por aquele lugar, porque falta pouco para a Pedra chorar de tanta tristeza…
