João Pessoa, segunda-feira, 26 de outubro de 2026
UFPB tem 18 pesquisadores entre os 2% mais influentes do mundo em 2025
26/10/2026 14:37
Ascom/UFPB Gustavo Ribeiro GCI/SCS/UFPB

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem 18 professores no ranking que traz os 2% dos pesquisadores mais influentes do mundo em 2025, elaborado pela Elsevier em parceria com a Universidade de Stanford. Para formar o ranking, foram considerados fatores como o número de citações na base de dados Scopus ao longo do ano anterior, levando em conta o número de coautores e aplicando ponderações conforme a posição do pesquisador (como primeiro ou segundo autor) em cada artigo.

Estão no ranking dos mais citados de 2025, os seguintes professores e professoras, listados por ordem alfabética:

  • Celso Augusto Guimarães Santos
  • Cláudio Furtado
  • Damião Pergentino de Sousa
  • Dionísio Bazeia
  • Elcio Abdalla
  • Eugênio Bezerra de Mello
  • Evandro Leite de Souza
  • Felipe Vigolvino Lopes
  • João Marcos do Ó
  • José Maria Barbosa Filho
  • Knut Bakke
  • Luciana Scotti
  • Marciane Magnani
  • Marcus T. Scotti
  • Mário César Ugulino Araújo
  • Medeiros, E. S.
  • Moura, Mario R.
  • Valdir Barbosa Bezerra

O professor José Maria Barbosa Filho, do Departamento de Ciências Farmacêuticas, está presente no ranking desde 2020. Para ele, essa presença contínua tem sido uma motivação para ampliar colaborações, fortalecer projetos e contribuir ainda mais para a excelência científica em sua área de atuação. “Mais do que um título, estar no ranking representa para mim o compromisso com a pesquisa de qualidade, o impacto acumulado ao longo da carreira e a oportunidade de conectar a UFPB ao cenário científico mundial”, conta.

Subrepresentação das humanidades

É importante considerar, contudo, que a base Scopus, utilizada no ranking elaborado pela Elsevier e pela Universidade Stanford, apresenta limitações na representação das ciências humanas e sociais. Isso ocorre porque prioriza periódicos internacionais publicados em inglês, vinculados a grandes editoras comerciais, além de valorizar artigos com elevada frequência de publicação e alto volume de citações. Esse modelo tende a favorecer áreas como as ciências exatas, biomédicas e tecnológicas, oferecendo, assim, uma visão parcial do impacto científico global. Nas ciências humanas, por exemplo, a produção acadêmica é frequentemente publicada em português, em capítulos de livros ou em periódicos nacionais, formatos que nem sempre recebem o mesmo reconhecimento nesses indicadores.

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