João Pessoa, quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Presidente do PSB levanta suspeita de assassinato de Eduardo Campos
30/05/2025 12:04
Redação ON Reprodução

A revelação feita pelo presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, caiu como uma bomba no meio político: segundo ele, a então presidente Dilma Rousseff (PT) teria acionado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que despontava como ameaça à sua reeleição em 2014. À época, Campos era pré-candidato à Presidência da República — e morreu meses depois, em um acidente aéreo ainda cercado de mistérios.

A informação foi publicada pelo jornalista Cláudio Humberto em sua coluna. Segundo ele, as declarações de Siqueira reacenderam antigas suspeitas de que a queda do jatinho que matou Eduardo Campos, em Santos, poderia não ter sido acidente, mas sim um atentado.

“Foi assassinato”, diz irmão

O irmão do ex-governador, o advogado e escritor Antonio Campos, reforça a teoria. Em entrevista a Cláudio Humberto, ele foi categórico: “Foi assassinato!”. E vai além: acredita que “mexeram numa peça do avião”.

Ainda de acordo com a coluna, Carlos Siqueira afirmou ao jornalista Magno Martins que Dilma teria atuado diretamente para impedir que Eduardo Campos viabilizasse sua candidatura presidencial. Já Antonio Campos acrescenta que a então presidente “implicava e tinha ciúmes da relação pessoal e política de Eduardo com Lula”.

Procurada pela coluna por meio de sua assessoria no Banco dos Brics, onde atualmente ocupa a presidência, Dilma Rousseff não respondeu aos questionamentos sobre o episódio.

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