O senador Magno Malta (PL-ES) negou publicamente a acusação de agressão feita por uma técnica de radiologia do Hospital DF Star, em Brasília. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que não encostou na profissional e classificou a denúncia como falsa comunicação de crime. Segundo ele, estava sob cuidados médicos no momento do episódio e será submetido a avaliação clínica por 12 horas.
Ainda na gravação, Malta reforçou sua versão ao exibir o braço e relatar dificuldades durante o procedimento. Disse que nunca encostou a mão em ninguém e afirmou não saber qual seria a motivação da acusação, reiterando que não houve qualquer tipo de agressão.
Por outro lado, a técnica de radiologia mantém a denúncia e confirmou que registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal. De acordo com o relato da profissional, o episódio teria ocorrido no momento em que ela iniciava a aplicação de contraste no braço do senador, procedimento que foi interrompido automaticamente após o equipamento identificar uma oclusão.
A defesa de Malta divulgou nota em que sustenta que o parlamentar estava sob forte medicação, com a cognição comprometida, e que eventual reação teria sido motivada por dor física, não direcionada à profissional. Os advogados afirmam ainda que não houve agressão física ou verbal e questionam a versão apresentada pela técnica, alegando ausência de elementos que comprovem a acusação.
No mesmo documento, a equipe jurídica também levanta a hipótese de falha no procedimento médico. Segundo os advogados, a evolução clínica do senador, com registro de trombose e hematoma no braço, indicaria possível administração inadequada do contraste, o que teria provocado a reação durante o atendimento.

