Veja – Aposta na retórica da força e da intimidação ao tratar da política internacional. A capa associa o poder presidencial dos Estados Unidos ao uso da pressão diplomática e militar, sugerindo um mundo em que a negociação cede espaço ao confronto e à imposição de interesses estratégicos.

Crusoé – Radicaliza no tom ao imaginar Maduro em situação de humilhação e delação. A capa aposta no choque visual e na provocação direta, sugerindo que o ex-ditador poderia expor aliados e comprometer setores da esquerda, num enquadramento que mistura denúncia, espetáculo e julgamento moral.

Oeste – A revista adota um tom celebratório e ideológico ao tratar da queda de Nicolás Maduro. A capa fala em decadência da ditadura e reforça uma narrativa de vitória política e moral, alinhada a um discurso conservador que vê o episódio como um marco simbólico na América Latina.

IstoÉ – A capa aposta no impacto político global ao questionar os limites da atuação de Donald Trump. A imagem e o título sugerem um cenário de instabilidade internacional, em que decisões do líder norte-americano extrapolam fronteiras e afetam a economia, a diplomacia e o equilíbrio geopolítico. A revista enquadra Trump como um fator de tensão permanente, símbolo de um mundo menos previsível.

CartaCapital – Com forte carga ideológica, usa a imagem de Trump em uma releitura provocativa para tratar da política externa dos Estados Unidos. A revista sugere uma postura intervencionista e agressiva, associando o líder norte-americano a uma lógica imperial que impacta diretamente países mais frágeis, como a Venezuela.

Quatro Rodas – Mantém o foco no consumo e na indústria automotiva, destacando a disputa acirrada no segmento dos SUVs médios. A capa traduz um Brasil atento a novidades, preços e desempenho, em meio a um mercado pressionado por custos, tecnologia e mudanças no perfil do consumidor.

The New Yorker – A ilustração da revista norte-americana recorre à metáfora visual para criticar excessos e contradições do poder. A imagem do presidente Donald Trump bebendo um barril de petróleo, e o entorno em chamas.

Claudia – Na contramão do noticiário duro, Claudia traz uma capa centrada em identidade, trajetória e força feminina. Giovanna Antonelli aparece como símbolo de maturidade, autenticidade e reinvenção, reforçando a ideia de que protagonismo também se constrói fora da arena política, a partir de escolhas pessoais, carreira e posicionamento diante da vida.
