O Brasil corre o risco de assistir à maior liquidação moral de sua história: uma nação de mais de 200 milhões de habitantes reduzida ao preço de três prostitutas e um relógio Rolex.
A pátria, que tantos dizem amar, virou moeda de troca no balcão das conveniências. A bandeira serve de fantasia, Deus é invocado como avalista e a família aparece nos discursos de quem transforma a moralidade em mercadoria.
Não são as mulheres que vendem serviços sexuais que ameaçam a República. São os homens que vendem princípios, negociam a soberania e usam o patriotismo como disfarce para seus interesses.
Uma nação não pode ser entregue como presente de luxo, nem sua democracia penhorada em troca de favores, prazeres e joias.
O Brasil não está à venda. E a dignidade de um povo vale infinitamente mais que todos os Rolex do mundo.
Por isso, dia 25, eu voto Lula 13.
