As comemorações do 7 de Setembro começaram na manhã desta segunda-feira em Brasília com a passagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja em carro aberto pela Esplanada dos Ministérios. O presidente da Câmara, o deputado paraibano Hugo Motta participou d solenidade na Esplanada.
Na tribuna de autoridades, acompanham o desfile o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, e o vice-presidente Geraldo Alckmin, além de ministros e convidados. Fachin é, até o momento, o único integrante do STF presente na cerimônia.
A celebração da Independência ocorre sob um dos maiores esquemas de segurança já montados para a data em Brasília. Paralelamente aos eventos oficiais, manifestações de oposição foram convocadas em diferentes pontos do país, com críticas ao STF e ao ministro Alexandre de Moraes, além de cobranças por investigações envolvendo políticos e autoridades.
Em São Paulo, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) convocou apoiadores para um ato na Avenida Paulista, com concentração prevista para as 15h. A manifestação reúne políticos e lideranças religiosas e é tratada como um teste da capacidade de mobilização do bolsonarismo.
O ato ocorre ainda sob a repercussão das mensagens reveladas envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, ex-banqueiro preso no escândalo do Banco Master. Também estão no centro da crise os diálogos entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, incluindo uma conversa na qual o empresário perguntou ao ministro se deveria deixar o país, dois dias antes de ser preso, em novembro de 2025.
Além de Flávio Bolsonaro, os candidatos à Presidência Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) participam de atos neste 7 de Setembro em São Paulo. As críticas a Moraes e ao Supremo devem dominar o discurso das manifestações.

