A definição da candidata a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República deve ocorrer nos próximos 15 dias. A informação que movimentou ontem a redação do Jornal de Brasília – parceiro do portal O Norte Online -, revela que o único consenso nas conversas mais recentes é o gênero da escolhida: será uma mulher. Os nomes mais comentados nos bastidores são os de Daniella Marques, Tereza Cristina e Bia Kicis, mas, por enquanto, ninguém é tratado como favorito absoluto.
A escolha acontece em meio às turbulências envolvendo Michelle Bolsonaro, que vive um momento de desgaste dentro do grupo político da família Bolsonaro. Mesmo assim, a estratégia da pré-campanha aponta para uma chapa com presença feminina, movimento visto como importante para ampliar o alcance eleitoral da candidatura.
Um nome da Paraíba, por que não?
Na Paraíba, a indefinição inevitavelmente faz ressurgir uma pergunta: será que a vereadora de João Pessoa Eliza Virgínia (PP) ainda pode surpreender e entrar nesse páreo?
Em maio deste ano, o nome da primeira vice-presidente da Câmara Municipal de João Pessoa apareceu em reportagem de O Globo como uma das alternativas estudadas pelo entorno de Flávio Bolsonaro. Na ocasião, ela era apontada como uma liderança conservadora, de forte identificação com o eleitorado evangélico, presença ativa nas redes sociais e representatividade no Nordeste, atributos considerados relevantes para uma composição nacional.
Desde então, o debate sobre a vaga de vice ganhou novos capítulos e outros nomes passaram a ocupar espaço nas articulações. Como a decisão ainda não foi tomada e a chapa permanece em aberto, a lembrança da inclusão de Eliza Virgínia entre as opções analisadas nos bastidores reforça a expectativa sobre quem será a escolhida para acompanhar Flávio Bolsonaro na disputa presidência.
