Com foco na integração entre as saúdes animal, ambiental e humana, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Patos, em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Prefeitura Municipal de São Mamede (PMSM), no Sertão paraibano, iniciou as atividades do projeto de extensão sobre o monitoramento da leishmaniose canina na região. Os trabalhos de pesquisa foram iniciados no último dia 24 de agosto.
Causada pela picada do mosquito-palha, a leishmaniose é uma doença infecciosa que afeta tanto animais quanto seres humanos, sendo o cão o principal reservatório urbano. Apesar de não ser transmitida diretamente do cão para o homem ou outro animal pelo contato comum, a zoonose é considerada sistêmica e grave, exigindo cuidados.
“Atualmente, a leishmaniose não tem cura, mas requer tratamento e principalmente prevenção. Então, a gente tem de ter esse cuidado com os vetores”, explicou o estudante Júnior Formiga, do curso de Medicina Veterinária da UFCG.
Durante o desenvolvimento do projeto, serão coletadas amostras de sangue de cães domésticos nos bairros Nilson Oliveira (Beira Rio), Jardim São Mamede e Alonso Alves, na Região Metropolitana de Patos.

