sábado, 28 de março de 2026
Revistas exibem um país sem centro, sob tensão institucional e pressão econômica
27/03/2026 17:54
Redação ON Reprodução

Veja – A revista aposta na ideia de esgotamento de uma alternativa política ao embate Lula x Bolsonaro. Ao usar a imagem de um velório, com caixão simbolizando o “centro”, a publicação sugere que a chamada terceira via está praticamente enterrada. A leitura é de um país ainda preso à polarização, sem espaço real para um projeto intermediário.

Crusoé – A capa mergulha em um tema sensível: o avanço profissional de filhos de ministros do STF. Ao chamar de “nepobabies”, a revista sugere que há privilégios e influência herdada dentro das estruturas de poder. A imagem provoca e reforça a crítica à mistura entre relações familiares e carreiras públicas.

CartaCapital – Com um barril prestes a explodir, a revista traduz o cenário internacional em impacto direto no bolso e na política. A alta do petróleo aparece como gatilho de instabilidade econômica, inflação e tensão geopolítica, indicando que o Brasil também pode sentir os efeitos desse “pavio curto”.

IstoÉ Dinheiro – A pauta econômica vem pelo efeito colateral dos remédios para emagrecimento. A revista aponta que o sucesso dessas canetas já começa a mexer com setores inteiros da economia, especialmente o de alimentos. A leitura é de transformação de hábitos com impacto real no mercado.

Veja Rio – A capa traz o ator Lázaro Ramos e explora sua dualidade artística, entre papéis intensos e a vida pessoal. A proposta é mostrar um artista em equilíbrio entre extremos, reforçando a imagem de versatilidade e profundidade em sua trajetória.

IstoÉ – Aqui o foco volta à política: a tentativa de construção de um caminho de centro. A revista destaca o movimento de lideranças que buscam uma alternativa viável fora da polarização, mas a própria necessidade desse “apelo” revela a dificuldade de consolidar esse espaço no cenário atual.

Revista Oeste – A publicação coloca o ministro Gilmar Mendes como figura central de influência no Supremo. Ao chamá-lo de “o chefe”, a capa sugere protagonismo e poder acumulado ao longo dos anos, reforçando a crítica de concentração de decisões no STF.

Veja São Paulo – A revista foge da política e aposta na cultura. A capa celebra uma exposição que reúne gerações de artistas ligados ao MAM, destacando a força da formação artística e o legado institucional. É um respiro em meio ao noticiário mais pesado.

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