terça-feira, 10 de março de 2026
Quaest aponta Lula favorito contra Flávio Bolsonaro em simulações de segundo turno
16/12/2025 15:15
Redação ON Reprodução

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira (16) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sairia vencedor em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Segundo o levantamento, Lula teria 46% das intenções de voto, contra 36% do filho do ex-presidente.

Este é o primeiro cenário testado pelo instituto sem a presença de Jair Bolsonaro como candidato. A exclusão do ex-presidente das simulações ocorreu após a definição de Flávio Bolsonaro como o nome da família para a disputa presidencial.

O estudo também simulou confrontos de Lula com outros possíveis adversários da direita e do centro-direita. Em todos eles, o atual presidente aparece à frente. Contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula teria 45%, enquanto o paulista marcaria 35%. O mesmo placar se repete diante do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD). Já contra Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, Lula aparece com 44%, ante 33%. No cenário com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista soma 45%, contra 33% do mineiro.

Em praticamente todos os cenários, o percentual de entrevistados que não souberam responder ou preferiram não opinar varia entre 15% e 18%. Os indecisos representam de 3% a 4%.

Flávio Bolsonaro confirmou sua pré-candidatura no último dia 5 de dezembro, após receber o aval do pai, que está preso desde 22 de novembro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

O levantamento também mediu a avaliação do governo Lula. Segundo a Quaest, a desaprovação do presidente se mantém estável: 49% desaprovam a gestão, enquanto 48% aprovam. Outros 3% não souberam ou não quiseram responder. Na pesquisa anterior, os índices eram de 50% de desaprovação e 47% de aprovação.

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 14 de dezembro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país, ouvindo eleitores a partir de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

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