Veja – A revista conecta cultura, identidade e política ao afirmar que Hollywood “é nossa”. A capa celebra o bom momento do cinema brasileiro, impulsionado pelo sucesso internacional de O agente secreto e pela presença cada vez mais sólida do país em premiações globais. O discurso é de afirmação cultural e maturidade artística, mostrando o Brasil como produtor relevante de narrativas universais.

Oeste – Com linguagem visual agressiva, a capa trata o caso do Banco Master como um terremoto institucional. A imagem de rachaduras no prédio simboliza um escândalo de grandes proporções, com efeitos políticos, econômicos e jurídicos. A narrativa sugere um abalo profundo no sistema financeiro e levanta suspeitas sobre responsabilidades que alcançam instâncias altas do poder.

Time – A publicação americana retrata Donald Trump como um estrategista de xadrez, sugerindo que cada movimento seu é calculado no tabuleiro da política internacional. A capa reflete um mundo em expectativa e tensão, tentando decifrar quais serão os próximos passos do presidente em política externa e como eles podem reconfigurar alianças, conflitos e equilíbrios globais.

Crusoé – A capa aposta em metáfora visual direta para retratar o momento da esquerda brasileira. A sandália virada para o lado esquerdo simboliza um cenário político desfavorável para PT, PSB e aliados, com pesquisas indicando dificuldades eleitorais e perda de tração em vários estados. O tom é de alerta interno, menos ideológico e mais pragmático, sugerindo que o campo progressista entra no ano sob pressão e sem margem para erros estratégicos.

Istoé – A revista coloca a saúde no centro do debate ao questionar se estamos diante do fim da obesidade. A imagem clássica da Mona Lisa ganha um corpo mais volumoso e uma caneta injetável na mão, referência direta aos novos medicamentos para emagrecimento. A reportagem aponta um horizonte de transformação científica e econômica, com drogas mais acessíveis e impacto potencial profundo na medicina, no comportamento social e na indústria alimentícia.

Carta Capital – A revista aposta na leitura histórica do poder ao falar da “última batalha” de Lula. A sucessão de retratos do presidente ao longo dos mandatos reforça a ideia de legado e encerramento de ciclo. O foco está nos planos para um eventual quarto mandato e na tentativa de consolidar uma herança política duradoura em um cenário de polarização e desgaste institucional.

Superinteressante – A capa traduz ciência em imagem forte ao apresentar um extintor como “a melhor arma contra o HIV”. O destaque é para um novo medicamento com altíssima eficácia na prevenção do vírus, apontando uma possível virada histórica no combate à aids. O tom é de otimismo científico, mostrando como inovação e pesquisa podem redefinir o futuro de uma das maiores epidemias da história recente.

Veja Saúde – O foco é a desinformação médica nas redes sociais. A figura do “doutor TikTok” simboliza influenciadores que, sem base científica, vendem soluções milagrosas e confundem milhões de pessoas. A capa reflete um momento de choque entre ciência e engajamento digital, alertando para os riscos reais à saúde pública em um ambiente dominado por likes, promessas fáceis e autoridade falsa.
