domingo, 25 de janeiro de 2026
Neymar, Dembélé e Ronaldinho já vestiram a mesma camisa 10 de Nenê no PSG
10/01/2026 07:39
Redação ON Reprodução

O novo camisa 10 do Botafogo da Paraíba já vestiu a mesma camisa 10 de Neymar e Ousmane Dembélé no Paris Saint-Germain. Esse dado, por si só, ajuda a dimensionar o tamanho simbólico da contratação de Nenê, anunciada para a temporada 2026.

Aos 44 anos, o meia chega ao futebol paraibano carregando uma das trajetórias mais longas e rodadas do futebol brasileiro. Mas, mais do que a idade ou a quilometragem acumulada, o que chama atenção é o peso histórico que ele traz no currículo. No PSG, Nenê foi protagonista antes mesmo da era dos superastros e vestiu um dos números mais emblemáticos do futebol mundial.

A camisa 10 do Paris Saint-Germain nunca foi apenas um detalhe. Ela passou por jogadores que marcaram época e ajudaram a construir a identidade moderna do clube francês. Além de Nenê, já usaram esse número nomes como Ronaldinho Gaúcho, Zlatan Ibrahimović, Javier Pastore, Neymar e, mais recentemente, Dembélé. Uma galeria que dispensa apresentações.

Nenê vestiu a 10 do PSG entre 2010 e 2013, período em que foi referência técnica, capitão e decisivo em jogos importantes. Foi um dos rostos do clube antes da transformação bilionária e segue sendo tratado como um personagem relevante da história recente da equipe parisiense.

Agora, essa mesma camisa 10 ganha um novo endereço: João Pessoa. O número mais simbólico do elenco do Botafogo-PB passa a ser ocupado por um jogador com experiência europeia, liderança de vestiário e um currículo que foge completamente dos padrões históricos do futebol da Paraíba.

Fora de campo, a contratação também chama atenção pelos valores envolvidos. Embora não exista confirmação oficial, o que se especula no mercado é que Nenê deve receber cerca de 250 mil reais por mês. Se esse número se confirmar, será, de longe, o maior salário da história do futebol paraibano em todos os tempos.

Nenê chega ao Botafogo-PB para disputar sua 27ª temporada como profissional e defender o 16º clube da carreira. Não vem como aposta, nem como peça de marketing isolada. Vem como símbolo de um novo patamar que o clube tenta alcançar — dentro e fora de campo — usando, agora, uma camisa 10 que já foi de Neymar, Dembélé e de uma geração inteira de protagonistas do futebol mundial.

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