O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou neste sábado de um ato público em Belo Horizonte (MG), onde voltou a defender a soberania nacional. Disse que enquanto for presidente, nenhum estrangeiro vai “meter o bedelho nesse País”.
Lula também falou sobre a semana de votações importantes no Congresso. “Nós vamos aprovar nesta semana o fim da escala 6×1, para que mulheres e homens tenham mais tempo de cuidar de suas vidas, de cuidar das crianças, de passear e de namorar também”, afirmou.
No ato público voltado à participação feminina na política, estiveram presentes as ministras mulheres do governo, entre elas a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, e da Gestão, Esther Dweck, e candidatas ao Senado em todo o País, como Marília Arraes (PDT) e Eliziane Gama (PT).
Os dois assuntos (defesa da soberania e fim da escala 6×1) estão entre os principais da campanha de Lula. Nesta semana, o presidente se reuniu com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para discutir o andamento das pautas.
Tanto no momento em que falou sobre o fim da escala 6×1 quanto quando falou sobre soberania, Lula foi aplaudido pelos presentes. Disse que quer que o Brasil seja um “País desenvolvido” ao final de um eventual quarto mandato e “respeitado”. “Estou determinado, ao terminar meu próximo mandato, o Brasil vai ser considerado um País desenvolvido”,
E prometeu: “Eu dedicarei cada minuto da minha vida para que a gente possa deixar esse País com uma juventude mais bem informada e melhor remunerada, e com o País sendo respeitado. Enquanto o Lula for presidente, nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse País”.
Sobre as mulheres na política, Lula cobrou que as eleitoras brasileiras votem em candidatas mulheres e que se comprometam com as pautas em defesa dos direitos das mulheres. “Exerçam sua maioria. Deus já fez de vocês a maioria da população”, afirmou. Lula também fez o mesmo apelo aos trabalhadores. Disse que “quando eu vejo um pobre defendendo um rico, fico pensando: ‘O que ele pensa?’”

