O Ministério Público da Paraíba realiza, no próximo dia 6 de março, o seminário “Proteção à Mulher: Progresso, Barreiras e Caminhos para o Futuro”, a partir das 08h30, no Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. O evento, alusivo ao Dia Internacional da Mulher, é promovido pelo Centro de Apoio Operacional das Mulheres e organizado pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional.
O seminário é destinado a membros, servidores e assessores do MPPB e ao público externo. As inscrições podem ser feitas AQUI. A programação do evento terá palestras com a ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Abdalla Sterman, e da juíza e conselheira do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Karen Luise Vilanova Batista de Souza. Também a exposição da estudante universitária Letícia Carvalho. As mediadoras serão a procuradora de Justiça do MPPB, Kátia Rejane Medeiros Lira Lucena, e as promotoras de Justiça do MPPB, Vanessa Pistelli e Juliana Salmito.
A coordenadora do CAO das Mulheres, Dulcerita Alves, falou sobre a importância de tratar da temática em alusão ao Dia da Mulher. “O seminário é aberto ao público e vamos falar sobre a mulher, não apenas para os membros do MPPB, mas para a sociedade em geral, mostrando nossas dificuldades, as barreiras de acesso, como é difícil uma mulher ascender na carreira”.
Dulcerita Alves destacou que o evento propõe um debate interseccional sobre a mulher. ““Convidamos três mulheres que representam essa interseccionalidade, uma (de ser) mulher negra, que ascendeu na carreira e irá abordar todas as barreiras, dificuldades, tudo que ela passou para chegar nesse cargo; outra que está num ambiente eminentemente masculino, que é o Superior Tribunal Militar, também trazendo todas essas camadas de dificuldade. E , ainda , uma jovem universitária, que é uma pessoa com deficiência, que tem uma história de luta e de superação, para mostrar aos estudantes que porventura estejam no evento, que as mulheres podem ocupar espaços”, informou a coordenadora do CAO.
“A importância é mostrar que mulheres podem ocupar o espaço que quiserem e que para isso nós temos que superar grandes dificuldades, dentre elas o machismo, as barreiras arquitetônicas e o racismo. Tudo isso para acender o alerta de que não basta só chegar. É chegar e conscientizar a sociedade que nós podemos ocupar o espaço que quisermos”, concluiu a promotora Dulcerita Alves.