O mundo vive horas de tensão máxima neste sábado, 28 de fevereiro, após o presidente Donald Trump e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu sugerirem que o ciclo de poder do aiatolá Ali Khamenei chegou ao fim. O anúncio da suposta morte do Líder Supremo do Irã ocorreu horas depois de um bombardeio massivo coordenado entre forças americanas e israelenses, que atingiu o complexo onde a cúpula do regime estaria reunida. Segundo Trump, a operação foi um sucesso absoluto e “muitos líderes” foram eliminados, enquanto autoridades israelenses chegaram a afirmar que o corpo de Khamenei teria sido localizado sob os escombros, com imagens circulando em canais de inteligência de Israel.
No entanto, o governo do Irã reagiu prontamente para tentar conter o que chama de “guerra psicológica do Ocidente”. Através das agências estatais Tasnim e Mehr, Teerã nega categoricamente a morte de seu líder máximo, afirmando que Khamenei foi transferido para um local seguro e permanece “são e salvo”. Apesar do desmentido, o regime ainda não divulgou imagens recentes ou vídeos do aiatolá para comprovar sua condição, o que alimenta ainda mais os rumores e a instabilidade nos mercados internacionais. Enquanto isso, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, que também estava na lista de alvos, estaria em segurança segundo fontes locais, mas a falta de uma aparição pública de ambos mantém o país e a comunidade internacional em estado de dúvida.
Nas ruas de Teerã e de outras grandes cidades, o clima é de pânico e incerteza. Filas quilométricas se formam em postos de combustível e muitos moradores tentam deixar os centros urbanos temendo novos ataques, já que a operação “Fúria Épica” prometeu ser duradoura. Enquanto as potências ocidentais e o Brics, incluindo o Brasil, se manifestam com cautela ou condenação, o foco global permanece travado em uma única pergunta: se o anúncio de Trump for confirmado, o Irã enfrentará um colapso imediato ou uma retaliação sem precedentes? Até que uma prova visual definitiva surja de qualquer um dos lados, o destino do Oriente Médio permanece pendurado por um fio de desinformação e fumaça de guerra.
