João Pessoa, sábado, 5 de setembro de 2026
Festival Internacional de Música de CG começa nesta sexta-feira no Teatro Municipal Severino Cabral
09/07/2026 15:18
Ascom/UFCG Ascom/UFCG

Tem início na próxima sexta-feira, dia 10, no Teatro Municipal Severino Cabral, o XVII Festival Internacional de Música de Campina Grande (Fimus) e o 10º Fimus Jazz.

O concerto de abertura será realizado a partir das 20h, com a apresentação comemorativa dos 30 anos da Missa de Alcaçus, obra do potiguar Danilo Guanais, com o Coro de Câmara de Campina Grande e a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), sob regência do maestro Vladimir Silva, professor da UFCG e diretor artístico do festival.

A peça musical une a tradicional estrutura da missa católica com elementos rítmicos da cultura popular nordestina, a exemplo da música armorial.

A programação do festival prossegue até o dia 19 e conta com apresentações no Teatro Municipal Severino Cabral e na Museu de Arte Popular da Paraíba, em Campina Grande, e na Sala de Concertos Radegundis Feitosa, em João Pessoa.

Os ingressos, gratuitos, serão liberados na plataforma Sympla no decorrer da programação e as vagas estarão sujeitas à capacidade do teatro. Os links ficarão disponíveis na bio do evento no Instagram.

Confira abaixo os dias e ingressos já disponíveis:

Missa de Alcaçus

Data: 10 de julho

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB

Link ingresso.

Quinteto Caxangá

Data: 11 de julho

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB

Link ingresso.

Orquestra Som do Nordeste

Data: 12 de julho

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB

Link ingresso.

O XVII Fimus e o 10º Fimus Jazz são uma realização da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Affins Produções e Nanacuca Produções.

A programação completa pode ser acessada na página oficial do evento e pelo Instagram @fimuscg.

Moacir Santos

Nesta edição, o Fimus homenageia o compositor e instrumentista pernambucano Moacir Santos, considerado um importante nome do jazz no Brasil. Em 2026 é comemorado seu centenário.

Pernambucano de São José do Belmonte, Moacir já tocava saxofone, banjo, violão e bandolim aos 14 anos. Foi maestro da banda da Polícia Militar da Paraíba.

No Rio de Janeiro, trabalhou com artistas da MPB, como João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal e Sérgio Mendes.

Criou trilhas sonoras para filmes brasileiros e produções de Hollywood, tendo seu álbum Coisas pelo selo Forma sido considerado uma obra prima brasileira pelo The New York Times.

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