Tem início na próxima sexta-feira, dia 10, no Teatro Municipal Severino Cabral, o XVII Festival Internacional de Música de Campina Grande (Fimus) e o 10º Fimus Jazz.
O concerto de abertura será realizado a partir das 20h, com a apresentação comemorativa dos 30 anos da Missa de Alcaçus, obra do potiguar Danilo Guanais, com o Coro de Câmara de Campina Grande e a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), sob regência do maestro Vladimir Silva, professor da UFCG e diretor artístico do festival.
A peça musical une a tradicional estrutura da missa católica com elementos rítmicos da cultura popular nordestina, a exemplo da música armorial.
A programação do festival prossegue até o dia 19 e conta com apresentações no Teatro Municipal Severino Cabral e na Museu de Arte Popular da Paraíba, em Campina Grande, e na Sala de Concertos Radegundis Feitosa, em João Pessoa.
Os ingressos, gratuitos, serão liberados na plataforma Sympla no decorrer da programação e as vagas estarão sujeitas à capacidade do teatro. Os links ficarão disponíveis na bio do evento no Instagram.
Confira abaixo os dias e ingressos já disponíveis:
Missa de Alcaçus
Data: 10 de julho
Horário: 20h
Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB
Link ingresso.
Quinteto Caxangá
Data: 11 de julho
Horário: 20h
Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB
Link ingresso.
Orquestra Som do Nordeste
Data: 12 de julho
Horário: 20h
Local: Teatro Municipal Severino Cabral, Campina Grande, PB
Link ingresso.
O XVII Fimus e o 10º Fimus Jazz são uma realização da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Affins Produções e Nanacuca Produções.
A programação completa pode ser acessada na página oficial do evento e pelo Instagram @fimuscg.
Moacir Santos
Nesta edição, o Fimus homenageia o compositor e instrumentista pernambucano Moacir Santos, considerado um importante nome do jazz no Brasil. Em 2026 é comemorado seu centenário.
Pernambucano de São José do Belmonte, Moacir já tocava saxofone, banjo, violão e bandolim aos 14 anos. Foi maestro da banda da Polícia Militar da Paraíba.
No Rio de Janeiro, trabalhou com artistas da MPB, como João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal e Sérgio Mendes.
Criou trilhas sonoras para filmes brasileiros e produções de Hollywood, tendo seu álbum Coisas pelo selo Forma sido considerado uma obra prima brasileira pelo The New York Times.

