sexta-feira, 10 de julho de 2026
Reviravolta na Justiça: Irmão de Virginia é condenado por importunação sexual
09/07/2026

William Pimenta Gusmão, irmão de Virginia Fonseca, foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás. Segundo o portal LeoDias, os desembargadores entenderam que havia provas suficientes para condená-lo por um dos dois episódios narrados na denúncia do Ministério Público de Goiás. Em relação ao segundo fato, a absolvição foi mantida.

Eu já tinha silenciado os grupos da novela, ajeitado a câmera para reunião e colocado a cara de mulher centrada que resolve pauta séria sem perder o batom, quando essa notícia entrou na tela. Fechei a aba da chamada por alguns segundos, porque o assunto é pesado: não é fofoca de look, não é indireta de famoso, é Justiça, denúncia de importunação sexual e uma reviravolta envolvendo uma família que vive sob holofote.

Tribunal reformou parcialmente absolvição após recurso apresentado pela vítima
Tribunal reformou parcialmente absolvição após recurso apresentado pela vítima

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O caso tramita desde 2023 e teve uma virada importante agora. Em fevereiro de 2025, William havia sido absolvido porque o juízo entendeu que as provas não eram suficientes para uma condenação. A vítima, Rauriceia Martins da Costa, recorreu, e o tribunal decidiu reformar parcialmente a sentença.

De acordo com a decisão, a condenação vale apenas para o primeiro fato descrito na denúncia. O episódio teria ocorrido durante a festa “Revoada”, em 2 de abril de 2023, em Jussara, no interior de Goiás. Segundo o relato da vítima, ela pediu para tirar uma foto com William e, enquanto uma amiga registrava o momento, ele teria colocado a mão por dentro da calça dela e tocado suas partes íntimas sem consentimento.

Rauriceia afirmou que ficou paralisada e só conseguiu reagir depois de sair do local ao lado da esposa, Juliana. Ela também disse ter contado o ocorrido imediatamente à companheira e, depois, a uma amiga que teria presenciado a cena à distância.

O tribunal entendeu que esse primeiro episódio estava suficientemente comprovado pelo conjunto de provas reunidas no processo. Já sobre o segundo fato apontado na denúncia, os desembargadores mantiveram a absolvição por considerarem que não havia elementos suficientes para condenação.

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