O destino, às vezes, escreve com ferro em brasa. Dante de Brito Michelini, envolvido no caso Araceli — crime brutal ocorrido no Espírito Santo em 1973, o mesmo ano do caso Ana Lídia, que abalou Brasília — terminou a vida decapitado e carbonizado em um sítio silencioso de Meaípe.
Absolvido, carregou o peso de um começo trágico que a Justiça não conseguiu provar como sendo de sua responsabilidade, como acontecia com tantos poderosos da época.
No fim, sua morte brutal ecoa o horror daquele tempo: um triste fim para quem foi acusado de um triste começo
