Você já parou para sentir o cheiro de uma jaqueta de couro legítima? Ou o toque liso e gelado de uma peça de vinil? Para muita gente, isso não é apenas uma escolha de figurino para um show da Lady Gaga ou um clipe de Chromatica; é o gatilho principal para o prazer.
O fetiche por esses materiais tem nome e sobrenome na psicologia do comportamento sexual, mas aqui na nossa coluna, preferimos chamar pelo que ele realmente é: uma celebração sensorial.
Mais que Estética, uma Experiência Sensorial
Diferente de outros fetiches, o couro e o vinil mexem com quase todos os nossos sentidos de uma vez:
• O Olfato: O aroma característico do couro é, para muitos homens e mulheres, um afrodisíaco potente.
• O Tato: A compressão que o vinil exerce sobre o corpo traz uma sensação de “abraço” ou contenção que gera segurança e excitação.
• A Visão: O brilho plástico do vinil reflete a luz de um jeito que esculpe as curvas do corpo, criando uma estética quase sobre-humana.
O Espaço de Heitor Werneck: Onde a Fantasia Ganha Forma
Nem todo mundo se sente à vontade desfilando de espartilho de vinil na fila do pão, e está tudo bem. A liberdade sexual também passa por ter lugares seguros para ser quem se quer.
O estilista Heitor Werneck percebeu essa demanda e criou em sua loja um refúgio de discrição. É um espaço para se “montar” — um arsenal que permite fugir do padrão por alguns minutos ou horas. Como diz o próprio empresário, é a chance de experimentar essa “outra pele” sem julgamentos.