sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Couro, vinil e o brilho do desejo: O fetiche que saiu do armário
06/02/2026

Você já parou para sentir o cheiro de uma jaqueta de couro legítima? Ou o toque liso e gelado de uma peça de vinil? Para muita gente, isso não é apenas uma escolha de figurino para um show da Lady Gaga ou um clipe de Chromatica; é o gatilho principal para o prazer.

O fetiche por esses materiais tem nome e sobrenome na psicologia do comportamento sexual, mas aqui na nossa coluna, preferimos chamar pelo que ele realmente é: uma celebração sensorial.

Mais que Estética, uma Experiência Sensorial

Diferente de outros fetiches, o couro e o vinil mexem com quase todos os nossos sentidos de uma vez:

• O Olfato: O aroma característico do couro é, para muitos homens e mulheres, um afrodisíaco potente.

• O Tato: A compressão que o vinil exerce sobre o corpo traz uma sensação de “abraço” ou contenção que gera segurança e excitação.

• A Visão: O brilho plástico do vinil reflete a luz de um jeito que esculpe as curvas do corpo, criando uma estética quase sobre-humana.

O Espaço de Heitor Werneck: Onde a Fantasia Ganha Forma

Nem todo mundo se sente à vontade desfilando de espartilho de vinil na fila do pão, e está tudo bem. A liberdade sexual também passa por ter lugares seguros para ser quem se quer.

O estilista Heitor Werneck percebeu essa demanda e criou em sua loja um refúgio de discrição. É um espaço para se “montar” — um arsenal que permite fugir do padrão por alguns minutos ou horas. Como diz o próprio empresário, é a chance de experimentar essa “outra pele” sem julgamentos.

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Sem Vergonha
Sem Vergonha

Essa não é uma coluna pornográfica – longe disso. O casal João e Maria vai falar falar sobre sexo com respeito, leveza e sem rodeios, abordando os temas que fazem parte da vida de todas as pessoas, casais, homens e mulheres. Escreva pra nós: redacao@onorteonline.com