O PDF deixou a base de apoio a candidatura de Lucas Ribeiro (PP) ao Governo do Estado. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira, dia 12, pelo presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, durante entrevista à Rádio CNB.
Carlos Lupi considerou a movimentação que culminou na escolha de Lígia Feliciano (União Brasil) como candidata à vice-governadora na chapa como um “recado direto de rejeição” ao PDT.
O presidente do partido afimrou que o descontentamento surgiu após a imposição do nome de Lígia Feliciano sem que houvesse qualquer diálogo prévio com o PDT.
Carlos Lupi afirmou: “Em nenhum momento foi discutido, foi colocado o nome de Dra. Lígia (Feliciano) como candidata em nenhuma reunião. Eles fizeram essa opção e, ao fazê-la, fizeram a opção de não querer o PDT”.
Para Carlos Lupi, “na verdade, eles que romperam com a gente quando simplesmente ignoraram um nome que, no meu ponto de vista e de toda a classe política, era o mais leve e com futuro mais promissor: o de Rafaela (Camaraense)”
O PDT ao anunciar a saída da base de Lucas Ribeiro já planeja novos rumos para as eleilões 2026. Uma opção é lanchar a candidatura própria. A legenda tenta convencer Rafaela Camaraense a disputar o Governo do Estado para marcar a posição da sigla.
Carlos Lupi, no entanto, apontou que a articulação não é simples, pois o projeto não estava nos planos imediatos de Rafaela.
Outra aopção do PDT é o apoio à canidatura ao ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).
Carlos Lupi avaliou como “excelente relação” de anos com o ex-prefeito, lembrando que o PDT já compõe a base municipal com vereadores e secretários na capital paraibana.
O presidente do PDT lressaltou que, embora o caminho natural fosse a articulação com o grupo de Lucas Ribeiro, afirmou que a falta de abertura forçou a legenda a buscar independência. “Como eles não nos querem, nós vamos buscar o nosso caminho”.
A decisão final sobre se o partido lançará Rafaela Camarense ou se selará o apoio formal a Cícero Lucena deve ser anunciada em breve, afirmou o líder do PDT
