Veja – A revista coloca o ministro André Mendonça no centro da cena para discutir o papel do STF em investigações sensíveis, como os casos Master e INSS, que atingem interesses poderosos. A sinopse sugere um Supremo não apenas como corte constitucional, mas como ator com peso direto no ambiente político e no resultado das eleições, reforçando o debate sobre até que ponto o Judiciário se tornou protagonista do jogo de poder no país.

Revista Oeste – Transforma o Carnaval da Sapucaí em símbolo de constrangimento político. A revista sustenta que o governo tentou usar o desfile como palanque antecipado e acabou enfrentando reação pública, jurídica e até interna no próprio sambódromo. O episódio com a escola de Niterói vira metáfora de um erro de cálculo: a tentativa de misturar festa popular com estratégia eleitoral resultou em desgaste e em mais um capítulo da judicialização da política.

IstoÉ – É um testemunho da consolidação de Bad Bunny como fenômeno global. Ao destacar sua apresentação bombástica no Super Bowl e o fato de que o cantor porto-riquenho se apresenta na Argentina antes de vir ao Brasil, a revista apresenta o artista como símbolo da força latina na música pop contemporânea. O foco está menos na celebridade em si e mais no movimento cultural: a confirmação de que o pop latino deixou de ser nicho para ocupar o centro da indústria musical mundial, com impacto direto no público brasileiro.

CartaCapital – Usa a imagem da Justiça para criticar o que chama de distorções no topo do Judiciário. A revista aponta magistrados envolvidos em escândalos, benefícios e penduricalhos, enquanto o debate público, segundo a abordagem, acaba sendo reduzido a códigos de ética que não enfrentam o problema estrutural. A sinopse indica uma denúncia contra a normalização de privilégios e a dificuldade de promover uma reforma real no sistema de Justiça.

Crusoé – A revista aborda diretamente o impacto político e jurídico do desfile do presidente no Carnaval. O título questiona se o episódio pode ter consequências eleitorais, colocando em cena a Justiça Eleitoral como possível freio a atos que podem ser interpretados como propaganda antecipada. A sinopse aponta para um governo testando limites legais em espaços simbólicos e para um ambiente em que cada gesto público é imediatamente judicializado.

Superinteressante – A capa propõe uma reflexão sobre o “tédio perdido” em meio ao bombardeio de estímulos digitais. A revista discute como a dificuldade de não fazer nada, de suportar o ócio e o silêncio, afeta a criatividade, a saúde mental e a capacidade de concentração. O tema desloca o debate para o cotidiano do leitor, mostrando que, além da crise política, existe uma crise mais silenciosa na forma como as pessoas vivem o tempo e a atenção.

Veja Rio – A revista aposta na cena cultural carioca para mostrar um movimento de retomada das livrarias de rua, que voltam a ser espaços de encontros, debates, música e convivência. A sinopse aponta que, em meio à agenda cheia de eventos e novas lojas, o livro recupera protagonismo como ponto de encontro físico, quase como um gesto de resistência ao consumo rápido e às relações mediadas apenas por telas.

Veja São Paulo – A capa acompanha o momento de virada do artista Leone, que retorna aos palcos da capital no papel de Hamlet e, ao mesmo tempo, se lança como cantor enquanto aguarda a estreia de filme e série. A sinopse constrói o retrato de um artista em múltiplas frentes, num momento luminoso da carreira, dividido entre teatro, música e audiovisual, simbolizando uma São Paulo que concentra oportunidades, reinvenções e pressões criativas no coração da cena cultural brasileira.

RNE – A edição pós-carnaval da Revista Nordeste mergulha nas contradições da Sapucaí e no eco das vozes que se sentiram excluídas do espetáculo. Em pauta, os bastidores políticos e jurídicos que já tensionam Brasília em ano eleitoral. A revista também analisa o peso econômico do Carnaval e seus efeitos reais na vida das cidades. E traz uma entrevista especial pelo centenário de Milton Santos, conectando cultura, território e desigualdade.
